Eu não existo sem você
O Bêbado e a Equilibrista
Seja Feliz
Samba da Bênção
Para assistirem todos os vídeos do show, acessem o youtube e pesquisem por "paulinho parada bossa". Obrigado!
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010


Tributo à Bossa-nova
Direção musical de Paulinho Parada com instrumentação típica do gênero
Dia 20 de Julho (terça-feira) às 20 horas
Local: Teatro Carlos Carvalho, na Casa de Cultura Mário Quintana
(2º andar)
Ingressos: Entrada Franca
Fone para informações: (51) 8445 7281 / 9784 6409
Site oficial (Paulinho Parada): www.paulinhoparada.blogspot.cm
O espetáculo musical “Tributo à Bossa-nova” é uma linda homenagem ao movimento que inovou a música brasileira e levou nossa cultura para os discos de Frank Sinatra, Stan Getz, Tony Bennet, Ella Fitzgerald, Luiz Miguel e muitos outros nomes de sucesso mundial.
No repertório do espetáculo podemos destacar as canções de compositores e intérpretes como Tom Jobim, João Gilberto, Vinícius de Moraes, Carlos Lyra, Nara Leão, Baden Powell, Luis Bonfá e surpresas autorais.
A instrumentação é selecionada pelo diretor musical Paulinho Parada. A formação selecionada é típica dos conjuntos de bossa-nova: piano, violão, voz, baixo acústico, flauta e bateria. Os componentes do grupo foram escolhidos cuidadosamente, visando o sucesso absoluto do espetáculo.
A produção é a mesma de “Plauto Cruz, Resgatando Gerações”– evento inesquecível para a história musical de Porto Alegre, onde um grupo de jovens músicos tocou ao lado de Plauto (já no apogeu da carreira), ultrapassando a lotação máxima de público no auditório do Bourbon Country, com destaque nos principais jornais da capital.
Paulinho Parada, responsável pela direção musical, violão e voz do espetáculo, é maestro graduando em composição na UFRGS, possui destaque em piano e canto, onde realiza suas apresentações em âmbito nacional; Renan Balzan é o pianista e arranjador do tributo, artista de formação erudita e também graduando em composição na UFRGS; Ianes Gil Coelho é o solista, realizando os temas em sua flauta transversa; Tiago Ferrari é contra-baixista graduado em música pela faculdade da USP; Sérgio Franco convidado especial, baterista e integrante da banda Ladera.
A performance de “Tributo à Bossa-nova” é inédita e marca estreia do musical na capital gaúcha. O show reúne instrumentação típica e repertório refinado, exigindo habilidade dos artistas – que estudaram profundamente o movimento, nomes e acontecimentos da bossa-nova. Contamos com você para relembrar os belos momentos da MPB, reviver nossa cultura e escrever a história musical do século XXI.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Plauto Cruz - Resgatando Gerações
"Olá, quem fala é o Paulinho Parada. Tive o prazer de realizar mais um show memorável com o grande Plauto Cruz. Foi lotação máxima, gente sentada no chão. Nós, músicos participantes do evento ficamos muito felizes. Como diretor musical, agradeço a todos os jornais que divulgaram o evento (O Sul, Zero Hora, etc.), mas o agradecimento especial vai para o Correio do Povo e FM Cultura - que fizeram uma lembrança maior e justa de nosso espetáculo. Para pessoas em especial: Gaspar Caon (responsável pela filmagem, amigo e colega de faculdade), Beatriz Rodrigues Nunes (responsável pelas fotos do show e por minha poesia de amor), Luiz Henrique e Álvaro (FM Cultura).
Hoje passei na casa do Plauto. Não tenho sido católico, apesar de ser batizado na igreja. Ele estava ouvindo no rádio a hora de Maria, narrado pelo meu amigo Gugu Streit. Rezei com ele (não rezava há muito tempo). Acho que é importante rezar, não só porque acredito em Deus, mas em suma pela importância das pessoas. Por um grande amor ou amigo, eu entraria para qualquer religião. Isso não é falta de personalidade, é apenas amar o ser humano, acima de tudo. Plauto é um ser fantástico, merece todo o reconhecimento e, se pudermos oferecer isso ainda em vida, será maravilhoso. Sem mais, deixo vocês com os vídeos do show e logo postarei as fotos."
Mais vídeos desse show, procurem no youtube por "Plauto Cruz Paulinho Parada"
Vibrações
Odeon
Carinhoso
Seja Feliz
Choro Clássico
Hoje passei na casa do Plauto. Não tenho sido católico, apesar de ser batizado na igreja. Ele estava ouvindo no rádio a hora de Maria, narrado pelo meu amigo Gugu Streit. Rezei com ele (não rezava há muito tempo). Acho que é importante rezar, não só porque acredito em Deus, mas em suma pela importância das pessoas. Por um grande amor ou amigo, eu entraria para qualquer religião. Isso não é falta de personalidade, é apenas amar o ser humano, acima de tudo. Plauto é um ser fantástico, merece todo o reconhecimento e, se pudermos oferecer isso ainda em vida, será maravilhoso. Sem mais, deixo vocês com os vídeos do show e logo postarei as fotos."
Mais vídeos desse show, procurem no youtube por "Plauto Cruz Paulinho Parada"
Vibrações
Odeon
Carinhoso
Seja Feliz
Choro Clássico
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Plauto Cruz - Resgatando Gerações
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Show em Junho e Julho
Sábado, 26 de junho às 20 horas
Plauto Cruz - Resgatando Gerações, com Paulinho Parada, Wladimir Umpierre, Guilherme Sanches e Plauto Cruz.
Na Livraria Cultura, shopping Bourbon Country, av. Túlio de Rose, nº80 - Porto Alegre
apoio rádio FM Cultura 107,7
ENTRADA FRANCA
Terça, 20 de julho às 20 horas
Tributo à bossa-nova, na Casa de Cultura Mário Quintana, teatro Carlos Carvalho (Porto Alegre, travessa dos cataventos, andradas)
Show com Paulinho Parada e grupo de bossa-nova (piano, contra-baixo acústico, flauta e bateria)
ENTRADA FRANCA
Mais informações e releases dos eventos em breve!
Plauto Cruz - Resgatando Gerações, com Paulinho Parada, Wladimir Umpierre, Guilherme Sanches e Plauto Cruz.
Na Livraria Cultura, shopping Bourbon Country, av. Túlio de Rose, nº80 - Porto Alegre
apoio rádio FM Cultura 107,7
ENTRADA FRANCA
Terça, 20 de julho às 20 horas
Tributo à bossa-nova, na Casa de Cultura Mário Quintana, teatro Carlos Carvalho (Porto Alegre, travessa dos cataventos, andradas)
Show com Paulinho Parada e grupo de bossa-nova (piano, contra-baixo acústico, flauta e bateria)
ENTRADA FRANCA
Mais informações e releases dos eventos em breve!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Paulinho Parada canta Filosofia de Noel Rosa
Paulinho Parada canta Noel Rosa no programa Serestas, ao lado de Dimi Corrêa e Maicon Paquetá. Ajude a música popular: incorpore esse vídeo como um de seus favoritos!
terça-feira, 4 de maio de 2010
Onde comprar meu trabalho?


CD Paulinho Parada - Minhas Águas (com Plauto Cruz, Mário Barros e Agomar Martins)
Entrega em todo o país pelo site: www.livrariacultura.com.br
Porto Alegre -
Livraria Cultura, Bourbon Country - Tulio de Rose, nº80
São Paulo -
Livraria Cultura, Market Place - Av. Chucri Zaidan, nº 902
Livro "Quando o Amor Viveu...poemas e crônicas"
Entrega em todo o país pelo site: www.livrariacultura.com.br
Porto Alegre -
Livraria Cultura, Bourbon Country - Tulio de Rose, nº80
Sapere Aude!, Cidade Baixa - Lopo Gonçalves, nº33
Solaris Livraria, Centro - Riachuelo, 1293
São Paulo -
Livraria Cultura, Market Place - Av. Chucri Zaidan, nº 902
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Resgatando nossas raízes, enfrentando a mediocridade
"Pensei muito antes de escrever uma crônica sobre esse fato que aconteceu comigo. Tanto é que já se passou um ano. Não quero começar a filosofar sobre a terrível condição que os artistas brasileiros sofrem fora do eixo Rio-São Paulo (até porque é assunto para grandes discussões). Acontece que em 2008 publiquei meu primeiro livro, intitulado Quando o Amor Viveu. A primeira livraria que procurei foi a Bamboletras, devido sua tradição de vitórias no prêmio Açorianos de Literatura. O lançamento foi feito com um pocket show ao lado do grande violonista Osmar Carvalho, no shopping Olaria. A dona da empresa, conhecida por Lu Vilella, me recebeu e logo quis falar sobre comissão nos livros que não havíamos negociado. Justo, porém o acerto de preços no horário do show me causou grande desconforto, além de querer que eu autografasse somente dentro da livraria, o que impediria o contato com o público. Optei por fazer o show e deixar para lá a consignação, sendo que trataríamos disso depois. Não gosto de falar sobre dinheiro, ainda mais no horário de minhas apresentações.
Para minha surpresa, Lu Vilella ficou tão indignada pela impossibilidade de exploração e lucro em cima de meu trabalho, que repudiou o livro do estabelecimento e não quis nem ceder o marca-página com o logotipo da Bamboletras para os livros vendidos ao público interessado do shopping. Tempo passou, fiz a turnê do livro em São Paulo e Rio de Janeiro, concorri no Festival da Canção em Minas Gerais e voltei para Porto Alegre, depois de participar também do prêmio Açorianos de Literatura (mesmo não sendo o vencedor). Pensei que a senhora, dona da Bamboletras, poderia agora esquecer o que passou em 2008, para em 2009 simplesmente consignar meu material lá.
O singelo motivo da nova tentativa foi a vontade de que meu público tenha um acesso maior ao meu trabalho. O artista não PODE pedir esmolas, afinal, já passamos por tanta humiliação nos palcos da vida! Já tinha meu trabalho na Livraria Cultura com pronta-entrega em todo o Brasil, regularmente em livrarias de Porto Alegre e em outras boas em São Paulo e Rio de Janeiro. Interessante seria ter também na Bamboletras, livraria gaúcha, que apesar de querer cobrar mais de R$50,00 num livro de 56 páginas (quase um real por página), ainda assim representava minha cidade. Enfim, após um ano voltei e a mesma senhora me respondeu ironicamente que eu jamais iria ter minha obra naquela livraria.
Decidi então avisar meus colegas e leitores nesta crônica, com a finalidade de mostrar a realidade do artista brasileiro e alertar os gansos. Igual a esta história, tenho no mínimo mais cem para contar sobre o mesmo tipo de descaso e mediocridade. Depois de tudo, passei num local muito bonito (tem até um piano lá), chamado Sapere Aude!. É uma livraria localizada na cidade baixa, número 33 da Lopo Gonçalves, em Porto Alegre. Lá podemos ver muitos livros brasileiros e estrangeiros, de escritores conhecidos e escritores em batalha.
Nós, artistas, não devemos apresentar nossos trabalhos em casas que não valorizam nossa história. Por isso, sem mais citar nomes, não dou as famosas canjas em locais que não respeitam nossa arte. Como já dizia Tom Jobim: o músico (ou artista) não deve morrer de fome. Isso é mito, é história ignorante que algum desinformado contou para algúem séculos atrás (acredito ainda que por inveja). Sem mais, deixo esse presente aqui, para quem gostar ou não - simplesmente viabilizando algum tipo de consciência coletiva."
(a disposição incorreta dos parágrafos é de formatação do blog)
Paulinho Parada
Para minha surpresa, Lu Vilella ficou tão indignada pela impossibilidade de exploração e lucro em cima de meu trabalho, que repudiou o livro do estabelecimento e não quis nem ceder o marca-página com o logotipo da Bamboletras para os livros vendidos ao público interessado do shopping. Tempo passou, fiz a turnê do livro em São Paulo e Rio de Janeiro, concorri no Festival da Canção em Minas Gerais e voltei para Porto Alegre, depois de participar também do prêmio Açorianos de Literatura (mesmo não sendo o vencedor). Pensei que a senhora, dona da Bamboletras, poderia agora esquecer o que passou em 2008, para em 2009 simplesmente consignar meu material lá.
O singelo motivo da nova tentativa foi a vontade de que meu público tenha um acesso maior ao meu trabalho. O artista não PODE pedir esmolas, afinal, já passamos por tanta humiliação nos palcos da vida! Já tinha meu trabalho na Livraria Cultura com pronta-entrega em todo o Brasil, regularmente em livrarias de Porto Alegre e em outras boas em São Paulo e Rio de Janeiro. Interessante seria ter também na Bamboletras, livraria gaúcha, que apesar de querer cobrar mais de R$50,00 num livro de 56 páginas (quase um real por página), ainda assim representava minha cidade. Enfim, após um ano voltei e a mesma senhora me respondeu ironicamente que eu jamais iria ter minha obra naquela livraria.
Decidi então avisar meus colegas e leitores nesta crônica, com a finalidade de mostrar a realidade do artista brasileiro e alertar os gansos. Igual a esta história, tenho no mínimo mais cem para contar sobre o mesmo tipo de descaso e mediocridade. Depois de tudo, passei num local muito bonito (tem até um piano lá), chamado Sapere Aude!. É uma livraria localizada na cidade baixa, número 33 da Lopo Gonçalves, em Porto Alegre. Lá podemos ver muitos livros brasileiros e estrangeiros, de escritores conhecidos e escritores em batalha.
Nós, artistas, não devemos apresentar nossos trabalhos em casas que não valorizam nossa história. Por isso, sem mais citar nomes, não dou as famosas canjas em locais que não respeitam nossa arte. Como já dizia Tom Jobim: o músico (ou artista) não deve morrer de fome. Isso é mito, é história ignorante que algum desinformado contou para algúem séculos atrás (acredito ainda que por inveja). Sem mais, deixo esse presente aqui, para quem gostar ou não - simplesmente viabilizando algum tipo de consciência coletiva."
(a disposição incorreta dos parágrafos é de formatação do blog)
Paulinho Parada
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