Tua poesia canta feito um passarinho,
Mas por que não assovia somente para mim?
Não vês que teus lábios rutilantes
Afinam-se não somente em harmonia com a
[canção?
Não obstante, teu canto vence com bravura
A senectude de todas as coisas belas
E corrompe milhares de corações impuros
Que encontram-se perdidos na vórtice do
[teu encanto...
A resposta para minhas perguntas singelas
É o simples e indizível desejo de viver-te
Para amar-te no infinito...
Quero que minh’alma seja em tudo alegria
Só assim o teu canto será meu!
Contudo, nossos corpos carregam a vontade maior
De sempre, e sempre, e sempre viver – de maneira
[volátil
As estrelas volupiosas da poesia...
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
O Adeus Para as Moças
Minhas prezadas mocinhas de poesia,
O poetinha anda olhando para os pés
Pois não agüenta morrer de saudades,
Tão pouco viverá sem sua amada mulher.
Espero que meus versinhos encantem
Os olhares das casas vazias e humildes
E assovie nos corações sobre as cadeiras
Perto dos lares e nas mesas dos bares.
O poetinha vai embora, isso é sério!
Já se foram todas as minhas horas
Já não me deito no seio que venero...
O que restará de mim? Prefiro ir...
Vou soluçando pela estrada vazia,
Carregando o desamor e a poesia.
O poetinha anda olhando para os pés
Pois não agüenta morrer de saudades,
Tão pouco viverá sem sua amada mulher.
Espero que meus versinhos encantem
Os olhares das casas vazias e humildes
E assovie nos corações sobre as cadeiras
Perto dos lares e nas mesas dos bares.
O poetinha vai embora, isso é sério!
Já se foram todas as minhas horas
Já não me deito no seio que venero...
O que restará de mim? Prefiro ir...
Vou soluçando pela estrada vazia,
Carregando o desamor e a poesia.
Melancolia do Haver
Perdoe-me se choro, vazio e tanto,
Pois o mar potencializou meu pranto
Penando baixinho, e aos poucos,
Lembrando o que já passou...
Resta então esta bondade passiva
Esse penar calmo, lento e vazio
De um olhar inocente e massivo
Que o mundo transbordou.
É esse falso sorriso que carrego
Responsável por toda nostalgia
Que finda em sonhos desvairados?
Não será só a poesia do haver
Responsável pela melancolia
De um poeta apaixonado?
Pois o mar potencializou meu pranto
Penando baixinho, e aos poucos,
Lembrando o que já passou...
Resta então esta bondade passiva
Esse penar calmo, lento e vazio
De um olhar inocente e massivo
Que o mundo transbordou.
É esse falso sorriso que carrego
Responsável por toda nostalgia
Que finda em sonhos desvairados?
Não será só a poesia do haver
Responsável pela melancolia
De um poeta apaixonado?
Poema da Espera
Por que minhas ilusões terminam em ti?
Se até as canções noturnas sofrem
Admirando sonatas perfeitas e soturnas
Que deságuam em mim...
Por que as paixões se calam em ti?
Pois teu braço tão pouco se importa
Com meus desalentos e desencantos,
Absorvendo teu olhar, lento e tanto.
Vai tua vida... Não sei mais quanto!
Só sei que intuo e sinto
A formação do pranto,
Que por tão manso e cruel
Desacatou a brisa do tempo
Tornando teu canto, meu céu.
Se até as canções noturnas sofrem
Admirando sonatas perfeitas e soturnas
Que deságuam em mim...
Por que as paixões se calam em ti?
Pois teu braço tão pouco se importa
Com meus desalentos e desencantos,
Absorvendo teu olhar, lento e tanto.
Vai tua vida... Não sei mais quanto!
Só sei que intuo e sinto
A formação do pranto,
Que por tão manso e cruel
Desacatou a brisa do tempo
Tornando teu canto, meu céu.
A Conversa
Em uma noite bonita o amor e a paixão resolveram conversar;
O motivo do tão raro diálogo era quase ridículo: a paixão queria amar
E o amor, se apaixonar.
Depois de muito tempo conversando, lembraram-se dos tempos de
[criança,
Em que só viviam felizes e sem medo de possíveis exposições.
Aos poucos, o amor começou a achar a paixão feia
E a paixão rotulou o amor como ridículo e desnecessário;
Esse foi o motivo da separação dos dois sentimentos...
Porém, esse reencontro foi extremamente importante.
É que, talvez por pena, as mágoas e o orgulho sobrepunham o colo da
[saudade...
As diferenças sempre foram gritantes!
O amor queria ser eterno e a paixão sonhava em nascer e logo apagar.
- Feito uma chama...
E por um momento de descuido, os dois esqueceram-se de seus
[pudores!
Logo, a lua dava lugar ao sol, a noite cedia espaço ao dia
E por esse momento último
Nascia, tal como uma mãe pari um filho,
O estranho sentimento que mais buscamos:
Bem-vinda, FELICIDADE!
O motivo do tão raro diálogo era quase ridículo: a paixão queria amar
E o amor, se apaixonar.
Depois de muito tempo conversando, lembraram-se dos tempos de
[criança,
Em que só viviam felizes e sem medo de possíveis exposições.
Aos poucos, o amor começou a achar a paixão feia
E a paixão rotulou o amor como ridículo e desnecessário;
Esse foi o motivo da separação dos dois sentimentos...
Porém, esse reencontro foi extremamente importante.
É que, talvez por pena, as mágoas e o orgulho sobrepunham o colo da
[saudade...
As diferenças sempre foram gritantes!
O amor queria ser eterno e a paixão sonhava em nascer e logo apagar.
- Feito uma chama...
E por um momento de descuido, os dois esqueceram-se de seus
[pudores!
Logo, a lua dava lugar ao sol, a noite cedia espaço ao dia
E por esse momento último
Nascia, tal como uma mãe pari um filho,
O estranho sentimento que mais buscamos:
Bem-vinda, FELICIDADE!
Uma Menina Ariana
Que menina será essa?
Pois bebe em um bar
Instigando-me ao sofrer
Por seu sorriso de mar.
Posto em lábios, um cigarro
Tão venéfico,
Quanto seu mirar
Vasto em sonhos.
Sentada na roda de choro
Com quem ama, aonde vai?
Será que imagina que em um balcão
Existe o desacato de um poeta louco,
Escrevendo tolos versos líricos,
Sujando de tinta os guardanapos
Que descrevem essa platônica
E singela ilusão poética?
Sei que teu peito nunca foi meu lar,
Mas darei um jeito de entregar-te
Os versos de ariana que teu riso
Suavemente me cedeu...
Pois bebe em um bar
Instigando-me ao sofrer
Por seu sorriso de mar.
Posto em lábios, um cigarro
Tão venéfico,
Quanto seu mirar
Vasto em sonhos.
Sentada na roda de choro
Com quem ama, aonde vai?
Será que imagina que em um balcão
Existe o desacato de um poeta louco,
Escrevendo tolos versos líricos,
Sujando de tinta os guardanapos
Que descrevem essa platônica
E singela ilusão poética?
Sei que teu peito nunca foi meu lar,
Mas darei um jeito de entregar-te
Os versos de ariana que teu riso
Suavemente me cedeu...
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
AGENDA, RIO DE JANEIRO

Sexta-feira, dia 13 de fevereiro
SAMBA E POESIA COM PAULINHO PARADA NO LARGO DAS LETRAS
O compositor e poeta Paulinho Parada divulga sua obra "Quando o Amor Viveu..." no Largo das Letras. A atração conta com participações de músicos de samba e choro, jamais deixando de lado a boa música brasileira.
INFORMAÇÕES
Samba e Poesia no Largo das Letras
Sexta-feira, dia 13/02
A partir das 18 horas
End: Almirante Alexandrino, 501
Bairro: Santa Teresa
RIO DE JANEIRO- RJ
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Quando o Amor Viveu...

No ano de 2009 o blog passou por alguns dias sem atualização, porém passamos aqui para mais uma vez agradecer o carinho dos amigos e lembrar que o livro "Quando o Amor Viveu" já foi publicado e enquanto o mês de março não chega, podemos solicitar sua entrega através do e-mail paulinhoparada@hotmail.com. Em breve o livro poderá ser encontrado nas melhores livrarias do Brasil e, enquanto isso, podemos acessar o novo canal do my space pelo endereço: www.myspace.com/paulinhoparadamyspace.
Atenciosamente,
Produção
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Atualização da Agenda
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Paulinho Parada, dia 23/11 na IPANEMA FM
Assinar:
Postagens (Atom)

